sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

CORAGEM SEMPRE!

Você se considera uma pessoa de coragem? E, se tem coragem, também tem força o bastante para suportar os desafios da caminhada? Em muitas ocasiões da vida, não sabemos avaliar o que realmente necessitamos: se de força ou de coragem. E há momentos em que precisamos das duas virtudes conjugadas. Há situações que nos exigem muita força, mas há horas em que a coragem se faz mais necessária. Eis aqui alguns exemplos: É preciso ter força para ser firme, mas é preciso coragem para ser gentil. É preciso ter força para se defender, mas é preciso coragem para não revidar. É preciso ter força para ganhar uma guerra, mas é preciso coragem para se render. É preciso ter força para estar certo, mas é preciso coragem para admitir a dúvida ou o erro. É preciso ter força para manter-se em forma, mas é preciso coragem para ficar de pé. É preciso ter força para sentir a dor de um amigo, mas é preciso coragem para sentir as próprias dores. É preciso ter força para esconder os próprios males, mas é preciso coragem para demonstrá-los. É preciso ter força para suportar o abuso, mas é preciso coragem para faze-lo parar. É preciso ter força para fazer tudo sozinho, mas é preciso coragem para pedir apoio. É preciso força para enfrentar os desafios que a vida oferece, mas é preciso coragem para admitir as próprias fraquezas. É preciso força para buscar o conhecimento, mas é preciso coragem para reconhecer a própria ignorância. É preciso força para lutar contra a desonestidade, mas é preciso coragem para resistir às suas investidas. É preciso força para enfrentar as tentações, e é preciso coragem para não cair nas suas armadilhas. É preciso ter força para gritar contra a injustiça, mas é preciso muita coragem para ser justo. É preciso força para pregar a verdade, mas é preciso coragem para ser verdadeiro. É preciso força para levantar a bandeira da paz, mas é preciso coragem para construí-la na própria intimidade. É preciso ter força para falar, mas é preciso coragem para se calar. É preciso força para lutar contra a insensatez, mas é preciso coragem para ser sensato. É preciso ter força para defender os bens materiais, mas é preciso coragem para preservar o patrimônio moral. É preciso ter força para amar, mas é preciso coragem para ser amado. É preciso ter força para sobreviver, mas é preciso coragem para aprender a viver. Enfim, é preciso ter muita força para enfrentar as batalhas do dia-a-dia, mas é preciso muita coragem moral, para vencer-se a si mesmo. Força e coragem: duas virtudes com as quais podemos conquistar grandes vitórias. E a maior delas é a vitória sobre as próprias imperfeições. *** A coragem de vencer-se antes que pretender vencer o próximo, de desculpar antes que esperar ser desculpado e de amar apesar das decepções e desencantos, revela o verdadeiro cristão, o legítimo homem de valor. Por essa razão a coragem é calma, segura, fonte geradora de equilíbrio que alimenta a vida e eleva o ser aos altos cumes da glória e da felicidade total.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Melhore seu Bairro

Ideias para melhorar seu bairro em 2011

1. Aproveite seu bairro e sua cidade. Viver em uma comunidade tem a vantagem de proporcionar acesso a recursos e serviços que seriam impossíveis de se obter em uma casa isolada ou bairro afastado. Conheça as atividades que seu bairro ou cidade oferece e comece a aproveitá-las. Conhecer e apreciar o lugar onde se vive é o primeiro passo para transformá-lo.
2. Compre localmente. Quando deixamos nosso dinheiro em mercadinhos, sacolões, padarias e outros comércios do bairro, em vez de transferi-lo às grandes corporações donas de supermercados, contribuímos para melhorar a vida de nossos vizinhos e damos apoio a estas pequenas lojas, que sempre nos tiram de apuros. Este ano, proponha-se a obter de seu bairro a maior quantidade de produtos e serviços possível.
3. Conheça seus vizinhos. Em cidades menores, ainda resiste o costume de conhecer e ajudar os vizinhos, mas nas grandes cidades, muitas vezes impera o isolamento entre as pessoas. É claro que não sugerimos que você toque a campainha e se apresente a cada um de seus vizinhos, mas pode começar a cumprimentar os que encontra pela rua e entabular conversas, comentando ideias ou preocupações sobre o bairro. A construção de vínculos permite que possam se ajudar mutuamente.
4. Envolva-se com associações e espaços locais. Igrejas, escolas, clubes, centros culturais: estes espaços muitas vezes reúnem pessoas envolvidas no desenvolvimento do bairro, que podem ser grandes aliadas na realização de projetos. Estabeleça contato com as associações de seu bairro e descubra como pode participar.
5. Aumente a participação destas instituições em ações locais. Se você já integra uma associação de bairro, discuta o que fazer para melhorar o entorno. Por exemplo, sugira a uma escola plantar uma horta ou consertar os bancos de uma praça.
6. Embeleze o bairro. Seja sozinho, com um grupo de vizinhos ou em uma instituição, procure embelezar alguma parte do bairro onde vive. Pode ser pintar uma parede que esteja muito suja, plantar canteiros ou simplesmente fazer um controle para que sua quadra fique sempre limpa e sem lixo.
7. Informe sobre as irregularidades. Se em seu bairro existe alguma estrutura perigosa, os brinquedos de uma praça precisam de manutenção ou você notar qualquer outra regularidade, informe a subprefeitura. Muitas vezes, as queixas demoram para ser atendidas, mas às vezes, os consertos acabam sendo realizados em menos tempo do que você espera.
8. Contate as autoridades locais. Uma forma de se envolver mais profundamente com o desenvolvimento de seu bairro é relacionar-se com as autoridades locais. A participação cidadã em associações de bairro junto às subprefeituras é uma ótima saída.

domingo, 16 de janeiro de 2011

A miséria Humana

O homem é habitualmente apontado como o rei da Criação. Ele sobrepuja o restante dos habitantes do planeta. Animais muito fortes e perigosos são domados e vencidos pelo engenho humano. Inteligente e dotado de múltiplos talentos, o homem moderno constitui o ápice de uma longa jornada evolutiva. Uma retrospectiva histórica revela o quanto a raça humana se aprimorou no curso dos séculos. Doenças que no passado dizimaram populações inteiras, hoje não mais assustam. Meios relativamente modernos de comunicação, como Rádio, TV e Internet, revolucionam os costumes. Mas os recursos da modernidade são freqüentemente mal utilizados. Na TV, preponderam programas com conteúdo vulgar e sensacionalista. A violência e a sexualidade desregrada são endeusadas em filmes e novelas. São freqüentes as notícias sobre corrupção e crueldades. A rigor, permanece angustiante o estágio moral da Humanidade. As enfermidades e as dores são inerentes à vida material. Todo corpo humano mais cedo ou mais tarde se desgasta e se extingue. A ciência avança e torna menos atrozes as dores, mas não logrará converter em imortal nenhum organismo material. É compreensível a tristeza que suscita a morte de alguém querido. Mas isso está de acordo com as leis da natureza e em geral não causa escândalo. O que realmente gera tristeza são as crueldades e baixezas que os seres humanos freqüentemente se permitem. Quem poderá aquilatar a desolação de um pai ao saber que seu filho tornou-se criminoso? Assim, embora a evolução intelectual e científica dos últimos tempos, a Humanidade continua miserável em muitos aspectos. A genuína nobreza é bastante rara. Bondade, generosidade e pureza são características bem pouco usuais. A ampla maioria dos homens chafurda em vícios e paixões. Preocupados com seus gozos e interesses, pouco se importam com os estragos que causam na vida do próximo. Não falta quem afirme que a raça humana desmente a bondade de Deus. Se Deus é infinitamente bondoso, tudo pode e sabe, por que fez o homem tão miserável, sob o prisma moral? Contudo, é preciso ter em mente que a Humanidade toda não se acha representada na Terra. Não é possível aferir o caráter de um povo a partir da população de uma penitenciária. A análise da saúde de uma comunidade também não pode ser aquilatada a partir dos internados em um hospital. Quem fizesse tal análise, concluiria que todos os habitantes do país são doentes ou criminosos. O mesmo ocorre quando se toma por padrão a conduta dos habitantes da Terra em relação à totalidade da Criação. Os Espíritos ensinam serem infinitos os mundos habitados. A Terra é dos mundos menos evoluídos e por isso constitui morada de seres moralmente atrasados. Ela funciona à semelhança de um hospital e de um presídio e abriga Espíritos rebeldes e viciosos. Os seres altamente moralizados que, por vezes, aqui aportam estão em missão, à semelhança de médicos em um hospital. Quem consegue libertar-se de vícios e paixões e se acerta com as Leis Divinas segue para mundos de paz e regeneração. Saiba que está em suas mãos conquistar sua libertação. Dedique-se a domar seu egoísmo e suas paixões. Experimente a ventura de agir com honestidade, pureza e bondade e incorpore esse modo de vida em seu caráter. A Justiça Divina é infalível e logo o conduzirá a locais compatíveis com a sua realidade íntima. Então, você mudará de idéia a respeito da miséria humana. Compreenderá que ela é como uma enfermidade. Causa algumas dores, mas passa, quando corajosamente combatida.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

PresidentA


Olha só a placa do Rolls-Royce

sábado, 11 de dezembro de 2010

Midia,homofobia e liberdade de expressão

Os recentes atentados ocorridos na avenida Paulista, em São Paulo, fruto do preconceito contra homossexuais, mereceu destaque da imprensa, sobretudo a paulistana, por inúmeros motivos. Em primeiro lugar, eles foram cometidos por jovens da classe média, alguns menores de idade, de maneira covarde, sem chance alguma de defesa por parte das vítimas. Para um país mergulhado na violência, atos tão insensatos e perpetrados de forma tão torpe não poderiam mesmo ficar sem menção. Em segundo lugar, foram devidamente documentados por câmeras instaladas em edifícios nos locais da agressão e confirmados pelo depoimento de inúmeras testemunhas, o que permitiu a sua exibição com alarde nos principais telejornais. Dar destaque à violência é uma tônica da imprensa brasileira e este comportamento inclui desde os jornais e programas sensacionalistas até os telejornais e veículos considerados de "boa família". Em terceiro lugar, porque existe, felizmente, uma mobilização da sociedade e principalmente de grupos organizados no sentido de condenar veementemente a afronta aos direitos humanos e a discriminação de qualquer ordem. Ignorar esta pressão não tem sido possível, ainda que editores, repórteres e empresários da comunicação insistam em viabilizar pautas e em estampar manchetes que contribuem para aumentar o preconceito.
Mas a atenção dedicada pela mídia a estas ocorrências não significa, muito pelo contrário, que ela esteja comprometida com a luta contra a homofobia porque, na prática, ela tem se comportado, contraditoriamente, particularmente no que diz respeito à problemática homossexual.
A postura dos meios de comunicação tem sido de hipocrisia porque, em geral, eles praticam o velho jogo de "dar com uma mão e tirar com a outra", ou seja, fingem estar sensibilizados com a questão, mas estimulam, irresponsavelmente, o preconceito, criando estereótipos para caracterizar os homossexuais.
Esta situação pode ser percebida nas reportagens, onde gays e lésbicas são retratados de maneira pejorativa, com fotos e expressões que apenas reforçam o preconceito, mas é contundente, é dramática quando se observam determinados espaços nos meios de comunicação, como as caricaturas na mídia impressa e os programas humorísticos no rádio e na televisão. Os homossexuais são, invariavelmente, ridicularizados, contemplados a partir de alguns traços (fala, vestuário, gestos etc), tidos como seres estranhos, moral e socialmente desequilibrados.
Apesar disso, empresários da comunicação e editores esforçam-se para impedir que o congresso brasileiro vote e aprove projeto de lei (há um em tramitação no Senado) que criminaliza a homofobia e suas manifestações, alegando ( o argumento é o mesmo de sempre) que ele atenta contra a liberdade de expressão.
Temos repetidamente denunciado o cinismo da mídia que, com a cumplicidade de agências, anunciantes, tenta barrar ações para regular a veiculação de determinados temas (propaganda de bebidas, de alimentos não saudáveis etc) buscando fazer com que interesses privados prevaleçam sobre o interesse público. Embora estejam pouco interessados na liberdade de expressão, os meios de comunicação apóiam-se nela para garantir a manutenção de seus privilégios e os seus lucros abusivos. No caso dos homossexuais, é claro que a intenção é continuar impune diante de sucessivas manifestações homofóbicas, como se a sociedade lhes tivesse concedido o direito de agir desta forma, o que é absolutamente falso.
O preconceito contra a "orientação sexual" precisa ser visto como o preconceito contra as minorias, o ético, o religioso, o racial etc e a legislação deve ser clara a este respeito para evitar que abusos sejam cometidos em nome de uma falsa liberdade de expressão. Assim como não se tolera a discriminação, de qualquer forma, contra os negros, os indígenas e os espíritas, por exemplo, não deve ser tolerada a discriminação contra os homossexuais e toda manifestação que consolide e estimule este preconceito deve ser punida exemplarmente.
A mídia costuma julgar, muitas vezes no seu tribunal exclusivo sem direito à defesa, organizações, governos e pessoas em função de seus atos, criando inclusive rankings de empresas socialmente responsáveis, mas se arrepia toda quando a sua postura é colocada na berlinda. Exige responsabilidade social, mas a afronta a cada momento, quando age preconceituosamente, como no caso da imposição de um estereótipo negativo para os homossexuais.
Ela é irresponsável porque não percebe a influência que esta "imagem distorcida" tem junto a determinados segmentos da população, notadamente entre crianças e jovens, o que pode ser percebido nas agressões continuadas contra homossexuais.
Ela ignora o fato de que os casos de homofobia tem crescido consideravelmente na internet, como atesta levantamento recente da ONG SaferNet. Segundo esta organização, as denúncias de conteúdo homofóbico na web, apenas nos 10 primeiros meses deste ano, representaram quase 5.000 queixas, 88% superior ao observado no mesmo período de 2009. O Twitter , o Orkut e outras redes sociais estão contaminados por manifestações homofóbicas ("Matem os travecos", "Eu odeio gays" etc) e elas contribuem (os empresários da comunicação são capazes de negar isso?) para formar novas legiões de agressores no futuro.
A Secretaria dos Direitos Humanos, a OAB, o Conselho de Psicologia e outras entidades e organizações, além das comprometidas com a livre expressão da sexualidade, precisam cerrar fileiras para que estes abusos não permaneçam, convocando outras áreas e setores nesta luta contra o preconceito.
É fundamental que os profissionais da mídia que atuam nos meios de comunicação se conscientizem da necessidade de respeitar a diversidade e que as universidades que os formam iniciem este debate internamente para que tenhamos no futuro uma mídia socialmente responsável.
Quanto aos responsáveis pelos programas de humor, os redatores preconceituosos que insistem em reforçar a homofobia, sugerimos uma pressão constante, uma cobrança cívica, com o objetivo de evidenciar o efeito nefasto de seu humor inconseqüente.
Ridicularizar os homossexuais em programas humorísticos não tem graça alguma e só contribui para estimular a violência. Tratar os homossexuais como seres de outro planeta não é sinal de inteligência e a mídia "emburrece" toda vez que age assim. Quando a imprensa não se autoregula para evitar desvios e abusos, é essencial que a sociedade tome a iniciativa e, por isso, a relevância do projeto de lei em tramitação no Senado.
Está na hora de acabar com esta brincadeira de mau gosto. Respeitemos a diversidade. Repudiar a homofobia é passo importante para construir a verdadeira democracia em nosso país.
* Wilson da Costa Bueno é jornalista, professor da UMESP e da USP, diretor da Comtexto Comunicação e Pesquisa. Editor de 4 sites temáticos e de 4 revistas digitais de comunicação.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

REALIDADE INFELIZ

Principios Morais Comuns “Fui criado com princípios morais comuns:Quando eu era pequeno, mães, pais, professores, avós, tios, vizinhos, eram autoridades dignas de respeito e consideração. Quanto mais próximos ou mais velhos, mais afeto. Inimaginável responder de forma mal educada aos mais velhos, professores ou autoridades… Confiávamos nos adultos porque todos eram pais, mães ou familiares das crianças da nossa rua, do bairro, ou da cidade… Tínhamos medo apenas do escuro, dos sapos, dos filmes de terror… Hoje me deu uma tristeza infinita por tudo aquilo que perdemos. Por tudo o que meus netos um dia enfrentarão.Pelo medo no olhar das crianças, dos jovens, dos velhos e dos adultos. Direitos humanos para criminosos, deveres ilimitados para cidadãos honestos. Não levar vantagem em tudo significa ser idiota. Pagar dívidas em dia é ser tonto… Anistia para corruptos e sonegadores… O que aconteceu conosco? Professores maltratados nas salas de aula, comerciantes ameaçados por traficantes, grades em nossas janelas e portas. Que valores são esses? Automóveis que valem mais que abraços, filhas querendo uma cirurgia como presente por passar de ano. Celulares nas mochilas de crianças. O que vais querer em troca de um abraço? A diversão vale mais que um diploma. Uma tela gigante vale mais que uma boa conversa. Mais vale uma maquiagem que um sorvete. Mais vale parecer do que ser… Quando foi que tudo desapareceu ou se tornou ridículo?Quero arrancar as grades da minha janela para poder tocar as flores! Quero me sentar na varanda e dormir com a porta aberta nas noites de verão! Quero a honestidade como motivo de orgulho. Quero a vergonha na cara e a solidariedade. Quero a retidão de caráter, a cara limpa e o olhar olho-no-olho. Quero a esperança, a alegria, a confiança! Quero calar a boca de quem diz: “temos que estar ao nível de…”, ao falar de uma pessoa. Abaixo o “TER”, viva o “SER”. E viva o retorno da verdadeira vida, simples como a chuva, limpa como um céu de primavera, leve como a brisa da manhã!E definitivamente bela, como cada amanhecer. Quero ter de volta o meu mundo simples e comum. Onde existam amor, solidariedade e fraternidade como bases. Vamos voltar a ser “gente”. Construir um mundo melhor, mais justo, mais humano, onde as pessoas respeitem as pessoas. Utopia? Quem sabe?… Precisamos tentar… Quem sabe comecemos a caminhar transmitindo essa mensagem… Nossos filhos merecem e nossos netos certamente nos agradecerão!”.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

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