domingo, 24 de abril de 2011
POSTURA!
O homem público tem o dever de compatibilizar a vida privada e a pública, na medida em que ambas são forjadas por valores e princípios que expressam seu caráter. A Constituição expressa serem invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas. É inquestionável tal pletora de direitos. Mas estes devem ser exercidos para garantir a cidadania. Uma coisa é o ato particular, que ocorre no sagrado espaço do lar ou no ambiente pessoal de trabalho, outra é o evento privado que se desenvolve em território público. E mesmo em locais privados a conduta do homem público há de ser condizente com os valores republicanos e com preceitos éticos e morais da sociedade.
domingo, 17 de abril de 2011
sábado, 16 de abril de 2011
Ser feliz ou ter razão?
" SER FELIZ OU TER RAZÃO ? " Para reflexão... Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem.. Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber: - Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais... E ela diz: - Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite! MORAL DA HISTÓRIA: Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência: 'Quero ser feliz ou ter razão?' Outro pensamento parecido, diz o seguinte: 'Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam. Passe este e-mail aos seus amigos, para ver se o mundo melhora... Eu já decidi... EU QUERO SER FELIZ e você?
Perder tempo pra que!
'Nunca se justifique.. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam." Sensacional...
sábado, 9 de abril de 2011
Lealdade de um amigo!
O Dr. Julio nos provou que verdadeiramente existe a hora certa para que Deus faça o seu chamado.
Provou-nos mais ainda que seja hora de repensarmos nossos conceitos. Seu lema veras que o filho teu não foge a luta. Hoje a bandeira do Brasil,que cobre este filho,ilustra o seu carinho,seu envolvimento e sobretudo sua dedicação para que tenhamos uma segurança de qualidade e que é o que ainda conseguimos ter na nossa gloriosa policia federal.
Ele esta indo embora fisicamente, mais deixara sua marca sim sua marca estampada numa placa que eternizara o Centro de Inteligência Dr Julio César Domingues Bortolato.......que ele tanto lutou e articulou para conquistar e conseguiu.
Deixa seus comandados e deixa também seus discípulos.
Aqui o Criador o Guerreiro e amigo Amazonas...........também aqui a cria um verdadeiro discípulo que tenho certeza recebeu o legado e a missão de eternizar a coragem de ser policial e ter mais coragem ainda de buscar o entendimento político dentro da própria instituição..Dr Laerte Vieira Gonçalves Neto.....
Falo em nome da Imprensa órgão este que tanto se orgulha de ter sido testemunha e ter registrado suas intempestividades, seus afãs, suas emoções, suas vontades, nossas brigas não foram em vão... Conseguimos eternizar o seu trabalho e o seu nome.
Dr. Julio e todos os companheiros....Os nossos sonhos não são nossos eles pertencem a Deus....
Estou plenamente certo e convencido de que aquele que começou boa obra em vós,há de completa-la até o momento de seu retorno para os braços de Jesus Cristo.
A esperança que se adia faz adoecer o coração, mas o desejo cumprido é arvore da vida!
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
“A verdade vos libertará” (Jo 8,32)
O povo brasileiro precisa recuperar a esperança - pela apuração da verdade dos fatos, pela restituição dos bens públicos subtraídos – numa colaboração eficaz para a real purificação de nossas instituições.
Os intelectuais se calaram. Os artistas de antigamente que iriam aos rádios, as emissoras de tv protestar sobre isso parece que não existe mais, só pensam mesmo é em ganhar dinheiro. E nós? Permanecemos ainda conformados com tudo isso.
Muitos dizem: “é assim mesmo!” ou, “fazer o que ‘né’?”; ou mesmo tiram piadas sobre a situação desmerecedora que passam. Político bom, para muitos da população brasileira, que não tem o mínimo de senso critico é aquele que investe em carnaval fora de época e se esquece do saneamento; é aquele que dá cesta básica e por outro lado passam mais de 300 dias de fome; é aquele que enrola e diz que vai fazer e na verdade não fazem nada. Infelizmente a maioria do povo brasileiro não tem uma cultura crítica para saber o que é certo e o que é errado. É uma cultura conformista. Contudo, somos um povo que sobrevive a muitas crises.
Mas do que adianta? Se ficarmos calados em meio a tantos aparatos que dá para rir de nós mesmos. É mais vantagem assistir Realitys Shows que o povo fica comentando.
É assim que eles querem, construir e permanecer com um país sem senso crítico e que a população não tenha poder também.
Sempre demonstro que sou indignado com a política em nosso país, mas acredito numa utopia, onde, viveremos em um Brasil melhor em senso crítico. Feliz da nação que seus cidadãos tem um senso crítico.
Os intelectuais se calaram. Os artistas de antigamente que iriam aos rádios, as emissoras de tv protestar sobre isso parece que não existe mais, só pensam mesmo é em ganhar dinheiro. E nós? Permanecemos ainda conformados com tudo isso.
Muitos dizem: “é assim mesmo!” ou, “fazer o que ‘né’?”; ou mesmo tiram piadas sobre a situação desmerecedora que passam. Político bom, para muitos da população brasileira, que não tem o mínimo de senso critico é aquele que investe em carnaval fora de época e se esquece do saneamento; é aquele que dá cesta básica e por outro lado passam mais de 300 dias de fome; é aquele que enrola e diz que vai fazer e na verdade não fazem nada. Infelizmente a maioria do povo brasileiro não tem uma cultura crítica para saber o que é certo e o que é errado. É uma cultura conformista. Contudo, somos um povo que sobrevive a muitas crises.
Mas do que adianta? Se ficarmos calados em meio a tantos aparatos que dá para rir de nós mesmos. É mais vantagem assistir Realitys Shows que o povo fica comentando.
É assim que eles querem, construir e permanecer com um país sem senso crítico e que a população não tenha poder também.
Sempre demonstro que sou indignado com a política em nosso país, mas acredito numa utopia, onde, viveremos em um Brasil melhor em senso crítico. Feliz da nação que seus cidadãos tem um senso crítico.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Texto Miguel Falabella
SAUDADES DA GUANABARAA falência do ensino público causou-nos um estrago tão grande que vamos precisar de tempo para recuperar a palavraEm algum lugar entre o sonho e a realidade, numa zona que a medicina ainda não conseguiu entender, alguém me entrega uma frase estranha: por toda parte floresciam os abricós-de-macaco. Quase uma mensagem secreta, trazida de além-mar, numa trama de espionagem, eu penso e, ato contínuo, começo a abrir os olhos. Por toda parte floresciam os abricós-de-macaco. Um novelista romântico a passeio pela cidade talvez tenha decidido fazer-me um agrado e, na busca pelo remetente, eu finalmente acordo de vez com as palavras brincando no fundo dos olhos e, mais à frente, a imagem da árvore espelhada na retina. Acordo também com vontade de ver outra vez um pé de abricó-de-macaco exibindo sua exuberância na floração, mas pulo da cama, pois o dia me chama. Mais tarde eu procuro uma imagem na rede e exercito meu platonismo cotidiano, eu penso. Mais tarde.
A frase, entretanto, continua comigo, exigindo ser usada quanto antes e, convenhamos, construir uma crônica ao redor dela me parece uma tarefa mais simples do que colocá-la na boca de alguma personagem que, para entrar em cena e dizer eu lembro que por toda parte floresciam os abricós-de-macaco...vai-me exigir um equilíbrio delicado, já que trata-se de uma espécie amazônica e, se florescem por toda parte, eu acredito que a comédia, ou drama, deva se passar no Norte. Ou talvez ela pudesse ser dita numa cena de adeus, filmada naquela minha enseada da infância, com a luz perfeita que havia então. A personagem estenderia o olhar acompanhando a curva sinuosa da praia e diria: eu lembro que por toda parte floresciam os abricós-de-macaco. Não. Pensando bem, ela vai ser usada numa crônica. Uma crônica da memória, já que a imagem vem do passado, e também uma crônica de verão, já que é nesta estação que a árvore floresce com mais luxúria. Uma crônica da Guanabara, eu decido:
Eu estudava no Colégio Estadual Prefeito Mendes de Moraes, na rua Pio Dutra, na Ilha do Governador, com aquele uniforme de então, camisa cáqui, calça azul e o escudo costurado no bolso, com os golfinhos da insígnia em baixo relevo. Um colégio que tinha sido modelo do Estado da Guanabara, vale a pena acrescentar. Tínhamos um excelente ensino. E então vieram os anos 70 e a educação pública brasileira começou a ruir, sem que ninguém mexesse um dedo para deter o estrago que se fazia na população. Junto com o resto da nação, a classe média carioca, que sempre colocou os filhos nos bons colégios que o Estado oferecia (porque é assim que deve ser), começou a fazer das tripas coração para pagar as escolas particulares, na tentativa de dar uma formação decente à prole, pois é esse o desejo de todo pai e toda mãe do planeta. Dar à cria uma chance de sobrevivência, enfim. A falência do ensino público causou-nos um estrago tão grande que, mesmo que se tome alguma iniciativa eficaz neste sentido, ainda vamos precisar de muito tempo para recuperar a palavra e seus tantos sentidos.
Acredito que nossa presidente conhece a importância da educação na vida dos povos e certamente tomará medidas que deem oportunidades iguais a todos, tal qual tínhamos num passado não tão remoto, quando floresciam por toda parte os abricós-de-macaco, guardados intactos nos arquivos de um jovem escritor.
A frase, entretanto, continua comigo, exigindo ser usada quanto antes e, convenhamos, construir uma crônica ao redor dela me parece uma tarefa mais simples do que colocá-la na boca de alguma personagem que, para entrar em cena e dizer eu lembro que por toda parte floresciam os abricós-de-macaco...vai-me exigir um equilíbrio delicado, já que trata-se de uma espécie amazônica e, se florescem por toda parte, eu acredito que a comédia, ou drama, deva se passar no Norte. Ou talvez ela pudesse ser dita numa cena de adeus, filmada naquela minha enseada da infância, com a luz perfeita que havia então. A personagem estenderia o olhar acompanhando a curva sinuosa da praia e diria: eu lembro que por toda parte floresciam os abricós-de-macaco. Não. Pensando bem, ela vai ser usada numa crônica. Uma crônica da memória, já que a imagem vem do passado, e também uma crônica de verão, já que é nesta estação que a árvore floresce com mais luxúria. Uma crônica da Guanabara, eu decido:
Eu estudava no Colégio Estadual Prefeito Mendes de Moraes, na rua Pio Dutra, na Ilha do Governador, com aquele uniforme de então, camisa cáqui, calça azul e o escudo costurado no bolso, com os golfinhos da insígnia em baixo relevo. Um colégio que tinha sido modelo do Estado da Guanabara, vale a pena acrescentar. Tínhamos um excelente ensino. E então vieram os anos 70 e a educação pública brasileira começou a ruir, sem que ninguém mexesse um dedo para deter o estrago que se fazia na população. Junto com o resto da nação, a classe média carioca, que sempre colocou os filhos nos bons colégios que o Estado oferecia (porque é assim que deve ser), começou a fazer das tripas coração para pagar as escolas particulares, na tentativa de dar uma formação decente à prole, pois é esse o desejo de todo pai e toda mãe do planeta. Dar à cria uma chance de sobrevivência, enfim. A falência do ensino público causou-nos um estrago tão grande que, mesmo que se tome alguma iniciativa eficaz neste sentido, ainda vamos precisar de muito tempo para recuperar a palavra e seus tantos sentidos.
Acredito que nossa presidente conhece a importância da educação na vida dos povos e certamente tomará medidas que deem oportunidades iguais a todos, tal qual tínhamos num passado não tão remoto, quando floresciam por toda parte os abricós-de-macaco, guardados intactos nos arquivos de um jovem escritor.
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