sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

PresidentA


Olha só a placa do Rolls-Royce

sábado, 11 de dezembro de 2010

Midia,homofobia e liberdade de expressão

Os recentes atentados ocorridos na avenida Paulista, em São Paulo, fruto do preconceito contra homossexuais, mereceu destaque da imprensa, sobretudo a paulistana, por inúmeros motivos. Em primeiro lugar, eles foram cometidos por jovens da classe média, alguns menores de idade, de maneira covarde, sem chance alguma de defesa por parte das vítimas. Para um país mergulhado na violência, atos tão insensatos e perpetrados de forma tão torpe não poderiam mesmo ficar sem menção. Em segundo lugar, foram devidamente documentados por câmeras instaladas em edifícios nos locais da agressão e confirmados pelo depoimento de inúmeras testemunhas, o que permitiu a sua exibição com alarde nos principais telejornais. Dar destaque à violência é uma tônica da imprensa brasileira e este comportamento inclui desde os jornais e programas sensacionalistas até os telejornais e veículos considerados de "boa família". Em terceiro lugar, porque existe, felizmente, uma mobilização da sociedade e principalmente de grupos organizados no sentido de condenar veementemente a afronta aos direitos humanos e a discriminação de qualquer ordem. Ignorar esta pressão não tem sido possível, ainda que editores, repórteres e empresários da comunicação insistam em viabilizar pautas e em estampar manchetes que contribuem para aumentar o preconceito.
Mas a atenção dedicada pela mídia a estas ocorrências não significa, muito pelo contrário, que ela esteja comprometida com a luta contra a homofobia porque, na prática, ela tem se comportado, contraditoriamente, particularmente no que diz respeito à problemática homossexual.
A postura dos meios de comunicação tem sido de hipocrisia porque, em geral, eles praticam o velho jogo de "dar com uma mão e tirar com a outra", ou seja, fingem estar sensibilizados com a questão, mas estimulam, irresponsavelmente, o preconceito, criando estereótipos para caracterizar os homossexuais.
Esta situação pode ser percebida nas reportagens, onde gays e lésbicas são retratados de maneira pejorativa, com fotos e expressões que apenas reforçam o preconceito, mas é contundente, é dramática quando se observam determinados espaços nos meios de comunicação, como as caricaturas na mídia impressa e os programas humorísticos no rádio e na televisão. Os homossexuais são, invariavelmente, ridicularizados, contemplados a partir de alguns traços (fala, vestuário, gestos etc), tidos como seres estranhos, moral e socialmente desequilibrados.
Apesar disso, empresários da comunicação e editores esforçam-se para impedir que o congresso brasileiro vote e aprove projeto de lei (há um em tramitação no Senado) que criminaliza a homofobia e suas manifestações, alegando ( o argumento é o mesmo de sempre) que ele atenta contra a liberdade de expressão.
Temos repetidamente denunciado o cinismo da mídia que, com a cumplicidade de agências, anunciantes, tenta barrar ações para regular a veiculação de determinados temas (propaganda de bebidas, de alimentos não saudáveis etc) buscando fazer com que interesses privados prevaleçam sobre o interesse público. Embora estejam pouco interessados na liberdade de expressão, os meios de comunicação apóiam-se nela para garantir a manutenção de seus privilégios e os seus lucros abusivos. No caso dos homossexuais, é claro que a intenção é continuar impune diante de sucessivas manifestações homofóbicas, como se a sociedade lhes tivesse concedido o direito de agir desta forma, o que é absolutamente falso.
O preconceito contra a "orientação sexual" precisa ser visto como o preconceito contra as minorias, o ético, o religioso, o racial etc e a legislação deve ser clara a este respeito para evitar que abusos sejam cometidos em nome de uma falsa liberdade de expressão. Assim como não se tolera a discriminação, de qualquer forma, contra os negros, os indígenas e os espíritas, por exemplo, não deve ser tolerada a discriminação contra os homossexuais e toda manifestação que consolide e estimule este preconceito deve ser punida exemplarmente.
A mídia costuma julgar, muitas vezes no seu tribunal exclusivo sem direito à defesa, organizações, governos e pessoas em função de seus atos, criando inclusive rankings de empresas socialmente responsáveis, mas se arrepia toda quando a sua postura é colocada na berlinda. Exige responsabilidade social, mas a afronta a cada momento, quando age preconceituosamente, como no caso da imposição de um estereótipo negativo para os homossexuais.
Ela é irresponsável porque não percebe a influência que esta "imagem distorcida" tem junto a determinados segmentos da população, notadamente entre crianças e jovens, o que pode ser percebido nas agressões continuadas contra homossexuais.
Ela ignora o fato de que os casos de homofobia tem crescido consideravelmente na internet, como atesta levantamento recente da ONG SaferNet. Segundo esta organização, as denúncias de conteúdo homofóbico na web, apenas nos 10 primeiros meses deste ano, representaram quase 5.000 queixas, 88% superior ao observado no mesmo período de 2009. O Twitter , o Orkut e outras redes sociais estão contaminados por manifestações homofóbicas ("Matem os travecos", "Eu odeio gays" etc) e elas contribuem (os empresários da comunicação são capazes de negar isso?) para formar novas legiões de agressores no futuro.
A Secretaria dos Direitos Humanos, a OAB, o Conselho de Psicologia e outras entidades e organizações, além das comprometidas com a livre expressão da sexualidade, precisam cerrar fileiras para que estes abusos não permaneçam, convocando outras áreas e setores nesta luta contra o preconceito.
É fundamental que os profissionais da mídia que atuam nos meios de comunicação se conscientizem da necessidade de respeitar a diversidade e que as universidades que os formam iniciem este debate internamente para que tenhamos no futuro uma mídia socialmente responsável.
Quanto aos responsáveis pelos programas de humor, os redatores preconceituosos que insistem em reforçar a homofobia, sugerimos uma pressão constante, uma cobrança cívica, com o objetivo de evidenciar o efeito nefasto de seu humor inconseqüente.
Ridicularizar os homossexuais em programas humorísticos não tem graça alguma e só contribui para estimular a violência. Tratar os homossexuais como seres de outro planeta não é sinal de inteligência e a mídia "emburrece" toda vez que age assim. Quando a imprensa não se autoregula para evitar desvios e abusos, é essencial que a sociedade tome a iniciativa e, por isso, a relevância do projeto de lei em tramitação no Senado.
Está na hora de acabar com esta brincadeira de mau gosto. Respeitemos a diversidade. Repudiar a homofobia é passo importante para construir a verdadeira democracia em nosso país.
* Wilson da Costa Bueno é jornalista, professor da UMESP e da USP, diretor da Comtexto Comunicação e Pesquisa. Editor de 4 sites temáticos e de 4 revistas digitais de comunicação.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

REALIDADE INFELIZ

Principios Morais Comuns “Fui criado com princípios morais comuns:Quando eu era pequeno, mães, pais, professores, avós, tios, vizinhos, eram autoridades dignas de respeito e consideração. Quanto mais próximos ou mais velhos, mais afeto. Inimaginável responder de forma mal educada aos mais velhos, professores ou autoridades… Confiávamos nos adultos porque todos eram pais, mães ou familiares das crianças da nossa rua, do bairro, ou da cidade… Tínhamos medo apenas do escuro, dos sapos, dos filmes de terror… Hoje me deu uma tristeza infinita por tudo aquilo que perdemos. Por tudo o que meus netos um dia enfrentarão.Pelo medo no olhar das crianças, dos jovens, dos velhos e dos adultos. Direitos humanos para criminosos, deveres ilimitados para cidadãos honestos. Não levar vantagem em tudo significa ser idiota. Pagar dívidas em dia é ser tonto… Anistia para corruptos e sonegadores… O que aconteceu conosco? Professores maltratados nas salas de aula, comerciantes ameaçados por traficantes, grades em nossas janelas e portas. Que valores são esses? Automóveis que valem mais que abraços, filhas querendo uma cirurgia como presente por passar de ano. Celulares nas mochilas de crianças. O que vais querer em troca de um abraço? A diversão vale mais que um diploma. Uma tela gigante vale mais que uma boa conversa. Mais vale uma maquiagem que um sorvete. Mais vale parecer do que ser… Quando foi que tudo desapareceu ou se tornou ridículo?Quero arrancar as grades da minha janela para poder tocar as flores! Quero me sentar na varanda e dormir com a porta aberta nas noites de verão! Quero a honestidade como motivo de orgulho. Quero a vergonha na cara e a solidariedade. Quero a retidão de caráter, a cara limpa e o olhar olho-no-olho. Quero a esperança, a alegria, a confiança! Quero calar a boca de quem diz: “temos que estar ao nível de…”, ao falar de uma pessoa. Abaixo o “TER”, viva o “SER”. E viva o retorno da verdadeira vida, simples como a chuva, limpa como um céu de primavera, leve como a brisa da manhã!E definitivamente bela, como cada amanhecer. Quero ter de volta o meu mundo simples e comum. Onde existam amor, solidariedade e fraternidade como bases. Vamos voltar a ser “gente”. Construir um mundo melhor, mais justo, mais humano, onde as pessoas respeitem as pessoas. Utopia? Quem sabe?… Precisamos tentar… Quem sabe comecemos a caminhar transmitindo essa mensagem… Nossos filhos merecem e nossos netos certamente nos agradecerão!”.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

COLABORE SUA AJUDA É IMPORTANTE

Ajude a montar o Centro de Transplantes de figado do HC.
GRATO Grupo de Apoio a Transplantes de orgãos.
fone 3216 8524

sábado, 30 de outubro de 2010

Ferro!

“Só me ferro”
Bonzinho só se dá mal? Você mesmo já deve ter soltado essa várias vezes (talvez, trocando o “se dá mal” por algo mais acalorado – normal). Mas sabe essa coisa de se sentir o eterno loser por ser o “nice guy”? Está errada. (A tal máxima, “nice guys finish last”, é atribuída a um treinador de baseball norte-americano, Leo Durocher, que teria dito sobre o time adversário, em 1939: “Olhe para eles! São todos bons rapazes, mas vão terminar por último. Bons rapazes. Terminam por último.”)
Pesquisadores da Universidade do Texas, em Arlington (EUA), dizem que ser bonzinho é, surpreendentemente, bom – pode confiar! “A cultura popular descreve o ’ser bonzinho’ como uma desvantagem social. Mas pesquisas apontam que a agradabilidade está associada a uma série de vantagens”, contam.
Segundo os especialistas, ser um “nice guy” leva a amizades de melhor qualidade, torna a pessoa um pai (ou mãe) melhor, melhora a performance acadêmica e profissional e ainda dá um gás na saúde. O argumento do estudo é que ser bonzinho, ao contrário do que a gente costuma pensar, não é o mesmo que ser facilmente influenciável, nem algo causado por “desejabilidade social” (quando você tenta agradar os outros para ser aceito). “A agradabilidade pode ser o caminho para garantir relações interpessoais duradouras, felicidade, sucesso e bem-estar”. Viu? É ciência.

domingo, 17 de outubro de 2010

Bafão Grande!

Gerente da Coca-Cola em Uberlândia usa e-mail da empresa para fazer campanha anti-Dilma


O dirigente da CUT-MG, Humberto de Barros Ferreira, denunciou hoje (sexta-feira, 08/10) o uso do e-mail corporativo da fábrica da Coca-Cola em Uberlândia para divulgar notícias preconceituosas contra a candidata Dilma Roussef.
Segundo Humberto de Barros, uma mensagem intitulada “Já temos 1º dama...” foi repassada no dia 6 de outubro, às 11:35 hs, pelo gerente de logística da Coca-Cola de Uberlândia, Marcos Fernando Feliciano, a dezenas de contatos do e-mail corporativo da empresa, repercutindo uma acusação divulgada num obscuro blog da internet, segundo a qual a candidata Dilma Roussef seria “lésbica” e teria uma “amante mineira” que agora pede pensão na Justiça.
O citado blog (catageral.blogspot.com) é conhecido por divulgar mensagens caluniosas e difamatórias contra o presidente Lula e a candidata do PT.
De acordo com Humberto de Barros, o mais grave não é o gerente da Coca-Cola usar informações de uma fonte sem qualquer credibilidade para fins eleitoreiros, como é o presente caso. Mas sim o uso da logomarca da empresa e dos recursos internos da subsidiária da Coca-Cola em Uberlândia, para divulgar uma mensagem que atenta contra a reputação da candidata do PT e que ainda tem uma carga discriminatória disfarçada contra as minorias sexuais.


Francisco Medeiros
Assessor de Comunicação - STIAU
Jornalista - MTE 14.904/SP

Atenção: cópia do email denunciado e entrevista com Humberto, favor ligar para (34) 9992-7013

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Menor Psicopata


Carta de um menor de 16 anos acusado de violentar diversas crianças, entre elas o próprio irmão de 8 anos.Ele atesta ter mantido relação com requintes de violencia com muitas crianças.Foi apresentado a Justiça e acredite liberado.

Apelidei de Carta do Terror.Um absurdo!